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RS sobe uma posição em ranking de competitividade dos Estados

O Rio Grande do Sul subiu no Ranking de Competitividade dos Estados pelo segundo ano consecutivo em 2023. Avançando uma posição em relação ao ano passado, o Estado agora figura na quinta colocação do levantamento, a melhor marca desde 2018. Os dados da pesquisa são elaborados pelo Centro de Liderança Pública (CLP) em parceria técnica com a Tendências Consultoria e a startup Seall.

O Estado é o único que apresentou alta na região Sul, mas segue atrás de Santa Catarina e Paraná na lista. O Paraná permanece na terceira posição e Santa Catarina mantém o segundo lugar. Completam o top cinco São Paulo (1º) e Distrito Federal (4º). Os três estados do Sul seguem, pelo sexto ano consecutivo, entre os 10 mais competitivos do país.

Dentro dos 10 pilares analisados pelo ranking, a subida de duas posições em eficiência da máquina pública, que garantiu ao Rio Grande do Sul o primeiro lugar neste quesito, é um dos pontos que reforçam o avanço do Estado nesta edição. Além disso, o salto de 18 posições em capital humano, transferindo o Estado do 25º para o sétimo lugar é outro movimento que ajuda a ilustrar a melhora, segundo os organizadores da pesquisa. 

Bons resultados em educação e infraestrutura também têm participação importante nessa tendência de alta. O gerente de competitividade do CLP, Lucas Cepeda, afirma que, além do aumento no número de indicadores, as reformas promovidas pelo governo do Estado nos últimos anos têm destaque nesses resultados:

— Todo o esforço reformista e medidas até de certa forma impopulares tomadas pelo governador contribuíram para essa melhora de posições no ranking. Embora a gente não veja um reflexo tão claro nas questões ligadas à solidez fiscal, é possível observar essas políticas impactando em outras áreas do Estado, permitindo maior avanço em alguns eixos, como rodovias, por exemplo.

O Rio Grande do Sul ocupa a última colocação no pilar de solidez fiscal, caindo duas colocações. O coordenador afirma que o resultado ruim do Estado nesse ponto ocorre em razão das crises observadas na economia do Estado, principalmente em gestões anteriores. Para os próximos anos, espera cenário de melhora no âmbito fiscal no Estado:

— A tendência para os próximos anos, com esses movimentos de reforma, de privatizações e o ‘desinchaço’ da máquina pública, é de que a gente consiga nos próximos anos uma evolução positiva não só no ranking geral, mas também no pilar de solidez fiscal.

O ranking

O Ranking de Competitividades dos Estados entra na 12ª divulgação consecutiva, com aumento no número de indicadores analisados. Nessa edição, foram avaliadas as 27 unidades federativas com base em 99 indicadores, distribuídos em 10 pilares temáticos: infraestrutura, sustentabilidade social, segurança pública, educação, solidez fiscal, eficiência da máquina pública, capital humano, sustentabilidade ambiental, potencial de mercado e inovação. A maior parte dos dados foi coletada em 2022. O gerente de Competitividade do CLP cita os três principais eixos e objetivos da pesquisa: avaliação das gestões com foco na população, atração de investimentos e planejamento e execução de políticas públicas.

— O ranking tem esse papel de ressaltar os pontos negativos e positivos dos Estados. Com isso, a gente pode ter esse caminho de traçar políticas públicas mais assertivas — destaca Cepeda.

Top 5 Estados

1º – São Paulo

2º – Santa Catarina

3º – Paraná

4º – Distrito Federal

5º – Rio Grande do Sul

Colocações do RS dentro dos pilares

Eficiência da Máquina Pública: 1°

Inovação: 2°

Sustentabilidade Social: 4°

Segurança Pública: 5°

Educação: 6°

Capital Humano: 7°

Sustentabilidade Ambiental: 9°

Infraestrutura : 16°

Potencial de Mercado: 20°

Solidez Fiscal: 27°

 

GZH




23/08/2023 – Grupo Guaramano

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